Personagem: “O c*r*lho do chinês é o Figo do Japão!”
Ainda a risota estava no ar quando o poeta volta a atacar:
Personagem: “Este c*r*lho trabalha quilómetros parado!”
Impossível resistir à gargalhada… E impossível resistir à reflexão. Estaria este poeta a cometer tamanha galochada com esta frase, ou esta teoria tem o seu quê de verdade? Segundo o que o nosso queridíssimo Lobão viria a exclamar mais tarde: “Se eu parasse era o homem mais rápido do mundo, pois assim estaria a andar à velocidade da terra!”, a filosofia da nossa personagem terá mesmo algum fundamento… Pelo menos dá que pensar…
So maravilhas neste blog.
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